Atualmente, muitas mulheres que não podem ser mães com os seus próprios ovócitos podem fazê-lo utilizando ovócitos de uma dadora. Graças ao amplo pool de dadoras da Ovobank, mulheres com problemas de fertilidade podem cumprir o seu sonho de formar uma família.
A ovodoação é um tratamento de reprodução assistida semelhante à Fertilização in Vitro (FIV), com a diferença de que, neste caso, a fecundação em laboratório é realizada com os ovócitos de uma dadora e o sémen do companheiro ou de um dador. Além de permitir a muitas mulheres cumprir o seu sonho, a ovodoação oferece taxas de sucesso superiores às de outras técnicas.
No entanto, o tratamento com ovócitos doados gera ainda muitas dúvidas entre as mulheres. A equipa de especialistas da Ovobank reuniu as perguntas mais frequentes para resolver todas as dúvidas das pacientes.
Quando devo considerar a ovodoação?
Nem todas as mulheres com problemas de fertilidade precisam de utilizar ovócitos de uma dadora. O especialista da sua clínica de fertilidade que analisar o seu caso indicar-lhe-á o tratamento que melhor se ajusta à sua situação reprodutiva. Em geral, a ovodoação é recomendada nas seguintes situações: baixa reserva ovárica, menopausa precoce, abortos de repetição, tratamentos falhados com ovócitos próprios ou anovulação.
Até que idade posso realizar um tratamento de ovodoação?
Em geral, a maioria das clínicas de fertilidade tem como idade limite os 50 anos. Isto deve-se aos múltiplos riscos que uma gestação acima desta idade implica, tanto para a paciente como para o feto.
Se engravidar através de um tratamento de ovodoação, o bebé vai parecer-se comigo?
Esta é uma das preocupações partilhadas por todas as pacientes que se submetem a estes tratamentos com ovócitos doados. A ideia de renunciar à sua carga genética produz medo e dúvidas na mãe; é um processo conhecido como “luto genético”. Uma das melhores formas de superar o luto genético é compreender qual é a ligação entre mãe e embrião neste tipo de processos. Nos últimos anos surgiram vários estudos sobre a epigenética, um conceito que, entre outras questões, faz referência à comunicação entre o embrião e a mãe antes da implantação.
Na Ovobank fomos um passo mais além com o desenvolvimento da app OvoMatch para a seleção de dadoras. A partir de uma ‘selfie’, a app utiliza um algoritmo matemático de reconhecimento facial para analisar os traços da recetora e procurar na nossa base de dados uma dadora com uma elevada parecença física. Além disso, uma equipa especializada em matching entre dadora e recetora será a responsável por realizar este emparelhamento do ponto de vista fenotípico e do ponto de vista genético.
O OvoMatch só está disponível nos países cuja legislação permite a doação com identidade aberta.
Qual é o sucesso neste tipo de tratamentos?
Os tratamentos com ovodoação oferecem taxas de sucesso muito superiores às de outras técnicas de reprodução assistida. A razão é simples: os ovócitos doados são geralmente mais jovens e, portanto, de melhor qualidade. Na Ovobank realiza-se uma cuidada seleção das dadoras: apenas 34% das candidatas à doação são aptas após a realização de uma série de exames psicológicos, ginecológicos, genéticos, etc.
Do mesmo modo, na Ovobank colocamos à disposição das clínicas e das pacientes o Teste de Compatibilidade Genética ou Matching Genético, que permite comparar a informação genética da dadora com a do companheiro da mulher recetora, com o objetivo de reduzir a transmissão de doenças genéticas autossómicas recessivas. Essa informação será comparada selecionando a dadora ideal, de forma a que paciente e dadora não partilhem mutações nos mesmos genes.
Tanto se for paciente como se for um centro de fertilidade, pode ver e selecionar a sua dadora no seguinte link, realizar o seu pedido de forma online e gerir o envio do lote de ovócitos vitrificados para a sua clínica de fertilidade.

